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Como ser oncologista?

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O câncer é uma condição difícil para os médicos especialistas tratarem porque é uma das principais causas de morte em todo o mundo.

Esses médicos que tratam isso com grande foco normalmente possuem especialidade em oncologia, que é uma área que foca no câncer, tumores e seus tratamentos.

Nesse campo, o médico fica de olho no paciente e determina o melhor curso de ação.

Tem curiosidade em saber como ser oncologista?

Então segue com a gente, que vamos te contar tudo.

Antes de tudo, o que é oncologia?

O campo da medicina conhecido como oncologia concentra-se na investigação e tratamento de tumores cancerígenos.

O câncer de mama é atualmente o câncer mais comum no Brasil, representando 15,3% de todos os casos com 86.500 diagnósticos. Depois disso, são 84.900 casos de câncer de próstata.

Aliás, entre cinco homens, um deles e uma em cada seis mulheres serão diagnosticados com câncer em algum momento de sua vida, segundo as estatísticas.

Logo, a oncologia é indispensável no tratamento da doença, além de que há no total 30 tipos diferentes de câncer, razão pela qual os médicos consideram um grande desafio encarar essa doença.

Formação e atividades

Para se tornar um oncologista, é preciso primeiro concluir um programa de graduação em medicina de seis anos, após o qual pode optar por se especializar em oncologia clínica, cirúrgica ou pediátrica e, em seguida, concluir uma residência em oncologia de dois ou três anos em uma instituição pública ou credenciada.

Além disso, quando um médico tem a especialização em oncologia ele pode abrir uma clínica de oncologia que é um centro médico especializado em fornecer assistência médica a pacientes com câncer e suas famílias.

Esse centro médico também auxilia na educação dos pacientes e seus familiares sobre a melhor forma de cuidar das pessoas com câncer.

Quais as suas funções

Tumores e malignidades são o foco principal da prática de um oncologista. No entanto, isso nem sempre é o caso.

Como resultado, os oncologistas devem tentar controlar a doença sempre que possível ou, nas circunstâncias mais terríveis, recomendar cuidados paliativos.

O objetivo principal deste médico é tratar os pacientes para que eles possam voltar a uma vida normal.

Os pacientes recebem os melhores cuidados disponíveis sempre que possível.

Os medicamentos modernos são muito mais direcionados, operando quase como um tratamento personalizado, aumentando a probabilidade de recuperação.

Um oncologista tentará a remissão (abrandar os sintomas de uma doença) da doença quando a cura não for concebível, pelo menos por enquanto.

Seu objetivo é reduzir ao máximo o tamanho do tumor para preservar ao máximo a qualidade de vida do paciente.

Quando a cura ou remissão da doença não é mais possível, seu papel é retardar a progressão da doença e aliviar seus sintomas em pacientes que atingiram esse estágio da doença. É aqui que entram os cuidados paliativos.

Um trabalho difícil, especialmente quando lidamos com pacientes com graves problemas de saúde, alguns dos quais foram condenados à morte.

Por isso, esses especialistas devem ser capazes de lidar com suas emoções, bem como lidar com altos níveis de estresse.

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Campo de atuação

Os pacientes com câncer que não sejam de origem hematológica, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, são tratados e atendidos por um especialista da área.

Como parte de uma equipe multidisciplinar, o oncologista colabora com profissionais médicos de diversas áreas.

E a maior parte do trabalho é feito no ambulatório, com exceção da quimioterapia e das intercorrências.

Remuneração

A compensação do oncologista depende da localização, do tipo de procedimento, da idade e do estado de saúde do paciente. A quimioterapia para uma única sessão de tratamento câncer de mama custa em média R$ 1.783,01.

Perfil do profissional

Graças a má reputação do câncer, os oncologistas têm que lidar com muitas situações emocionalmente difíceis com os pacientes e seus familiares. Por isso, os limites de cada paciente devem ser compreendidos pelo oncologista.

Aliás, no campo da oncologia, os homens representam 57% dos médicos, enquanto as mulheres representam 43%. Essas profissões têm uma idade média de 44 anos.

Perfil do paciente

Adultos e idosos de ambos os sexos são normalmente atendidos por oncologistas.

Como muitos pacientes já consultaram outros médicos, o oncologista deve abordar quaisquer preocupações que o paciente e seus entes queridos possam ter e tranquilizá-lo.

Além disso, o paciente e o médico desenvolvem uma relação de confiança devido à duração do tratamento.

Residência médica em oncologia

É comum que os residentes de oncologia passem o primeiro ano de sua formação avaliando os pacientes internados, antes de passar para o atendimento ambulatorial.

Os trabalhos clínicos incluem medicina de emergência, tratamento com radiação e serviços ambulatoriais.

Há profissionais que optam por se especializar fora do Brasil porque não é possível fazê-lo após a residência no Brasil.

Mercado de trabalho

A oncologia tem um mercado devido ao aumento do número de casos de câncer na população em geral.

Os profissionais devem, no entanto, ter uma forte base psicológica para lidar com instâncias sensíveis, bem como com a morte iminente de pacientes em fase final de sua doença.

Ainda mais importante do que o procedimento médico real é o papel do médico como guia espiritual no tratamento de pacientes que requerem mais do que um simples diagnóstico e terapia.

Apesar disso, a oncologia é uma especialidade promissora que precisa de um aluno para concluir a faculdade de Medicina antes de fazer uma pós-graduação na área.

Este tema necessita de várias investigações e técnicas multidisciplinares, o que faz com que os pacientes sejam frequentemente acompanhados por especialistas de outras especialidades.

Se um paciente tem condrossarcoma, um câncer ósseo, um oncologista e um ortopedista colaboraram em seus cuidados. Nos casos de meningiomas, o neurologista atua como colega de trabalho.

Apenas 1% dos médicos no Brasil são oncologistas, indicando que há espaço para mais especialistas nessa área. Mais uma vez, ressaltamos que o especialista deve saber lidar com a pressão, mas também deve saber comemorar quando consegue.

Muitos mistérios permanecem sobre a doença, por isso há necessidade de novos especialistas no setor de pesquisa, especialmente na busca de novos tratamentos e medicamentos que ajudem a combater tumores.

Em outras palavras, se você está tendo problemas para encontrar trabalho, considere uma carreira em oncologia.

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